Uma operação de peso liderada pela Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor) sacudiu o interior do Maranhão. O alvo principal: o delegado Brito Júnior, responsável pela Delegacia Regional de Barra do Corda, que foi sumariamente afastado das funções por 90 dias. A ação, desencadeada após uma denúncia anônima que chegou via Ministério Público e Gaeco, virou duas cidades de cabeça para baixo.
🚨 O que está por trás da operação?
A investida policial cumpriu quatro mandados de busca e apreensão em endereços estratégicos, incluindo as unidades policiais de Barra do Corda e Grajaú, a residência do próprio delegado e até o sítio do pai de Brito Júnior.
A devassa não poupou ninguém: além do titular da regional, um investigador de polícia, um guarda municipal que atuava na delegacia e um funcionário administrativo também foram afastados dos cargos.
Arma e distintivo recolhidos: Brito Júnior teve sua arma de fogo apreendida e está estritamente proibido de pisar nas dependências da delegacia ou manter contato com os demais investigados.
Flagrante no sítio da família: No refúgio campestre pertencente ao pai do delegado, em Grajaú, as equipes encontraram munições e uma arma de fogo. O caseiro do local — que também acumulava funções prestando serviços na delegacia foi preso em flagrante.
Computadores e celulares levados: O material apreendido agora passa por perícia minuciosa para destrinchar os detalhes da investigação, que segue sob segredo de Justiça.
🔄Quem assume o comando?
Enquanto o caso se desenrola e a defesa do delegado alega cerceamento por não ter acesso integral aos autos, a segurança na região precisa continuar. O delegado Eduardo Galvão, titular do 1º Distrito Policial de Barra do Corda, assume interinamente a Delegacia Regional para manter os serviços funcionando.



